segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ponto da situação

Ao longo da minha já longa vida, têm acontecido algumas coisas deveras estranhas, sobretudo pela interpretação que lhes dou, mas sossegue quem esteja a ler isto, que não vou pôr-me para aqui a contar-me em detalhe, nem tão pouco mais ou menos, porque sempre que abri as portas do meu jardim os convidados acabaram por me parecer desmerecedores, e  como isto do parecer é tão subjectivo, aqui vai mais uma subjectividade que me inquietou, se é que de inquietação se trata.

Li recentemente um livro intitulado "Mr. Vertigo", e às tantas, no decorrer da leitura tive uma espécie daquelas coisas a que se chama um dejá vu, mas neste caso não foi bem um ver, porém um sentir, sim, um sentir que já voei. Como explicar isto ? Garanto que é do caralho, mas guardo algures em mim a técnica do vôo, uma espécie de impulso necessário para manter a altitude, e que não hajam mal entendidos, guardo a técnica, mas não a habilidade. Fosse eu capaz de explicar melhor que isto, e talvez fosse também capaz de levantar vôo.

Houve tantas coisas que acabaram por me acontecer, e por isso mesmo a ideia quando criei este blogue, seguir a par e passo uma sensação que tive, é que acabei o anterior e comecei este com a ideia de que 2011 era ano sem fim.

Se um dia destes começar a voar, talvez seja melhor fazer alguns planos, mas até agora, so far so good.

3 comentários:

  1. Entendo, mas não alcanço.(Serei infértil?)

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  2. Portanto um déjà vécu.

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  3. Foda-se, dois comentadores, se isto continua a aumentar assim, ainda vou ter que fazer obras.

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