domingo, 29 de maio de 2011

Mensagem privada

E a cena repete-se!

E vai repetir-se até que acabe, nunca será igual, mas semelhante o suficiente para poder considerar-se repetição.

É na semelhança que encontra a sua identidade, uma identidade difusa porque é feita de semelhanças, mas também de mudança.

É como andar em círculos que se interceptam aqui e ali, e nesses momentos há a percepção da repetição.

Os círculos e os ciclos formam uma dupla que dir-se-ia perfeita, o círculo deve ser a forma ideal para um ciclo, digo eu, que tenho jeito para estas apreciações, e portanto a cena repete-se em ciclos que deveriam ser circulares.

A forma circular talvez seja mesmo a mais perfeita, os planetas são circulares, as estrelas são circulares, e o meu pénis também é quase circular se visto de determinado ângulo, e visto assim no plano astrológico, pode ser visto como um cometa, um cometa à procura de estrela.

Depois deste momento enternecedor, em que as estrelas brilharam ainda mais,ou pelo menos pareceu-me que sim, quero fazer um apelo ao escurtinio dos ciclos, porque há ciclos que devem ser interrompidos.

Este não é um apêlo politico, é um apêlo que talvez só eu entenda, e que seria tanto mais dificil de explicar, quanto terá sido dificil alguém ter chegado aqui e conseguido entender, mas se foi o caso, que nem tudo seja perda.

Por outro lado se alguém leu isto tudo, e não entendeu nada também é perfeitamente natural, só que foi tempo perdido.

16 comentários:

  1. Sim, li tudo, e entendi tudo.

    Ciclos interrompidos é o que não falta para aí, a potes, até que têm a sua certa piada.

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  2. Laura, se entendeste é sinal que já não ando a dizer coisa com coisa.

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  3. Interrromper ciclos não é pra todos, gajo.

    E eu também percebi tudo, mas eu sou eu ...

    (caaaaalma! não se pega!)

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  4. Isabel, também tu percebeste tudo?

    Isto é só mulheres inteligentes aqui na espelunca.

    Até me sinto com coragem para vos pedir fotos vossas, nuas.

    Só para ter a certeza que nunca uma gaja boa é inteligente e vice versa.

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  5. Percebi pois gajo. Ás vezes até percebo mais do que quero, cary, é cá um nervoso que nem te passa.

    É possível. Existe. Há bués. Gajas boas e inteligentes e vice versa. Não as vires é muito no "versa" que és capaz de te dar mal, lolipop.

    Isto sou eu, aqui do alto dos meus 50 e quse 1 anos (faltam 11 dias) que te aconselha. Porque te curto, tás a ver? poisé.

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  6. Foda-se, se a minha mãe sabe que ando aqui na conversa com gajas mais velhas que ela, tou fodido, lá se vai a mesada da ganza.

    Isabel, eu quero lá saber da tua idade mulher, eu quero é ver-te nua.

    Mas atenção, de preferência numa verdadeira nudez, que até pode ser só em palavras sem subterfugios.

    Sabes Isabel, acho que já te vi nua há algum tempo, aliás, mal te li, vinhas tu praticamente nua.

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  7. Praticamente nua, vestida de Cabra?

    Atenta JJ, à minha alma, como à tua ou à de qualquer ser que a tenha, só se chega quando se quer e em se querendo, há que descobrir o caminho certo, capicce? não sou eu que indico, tu é que descobres sozinho.
    Assim, como eu estou a descobrir a tua.

    Vai por mim, é só não desistir á 1ª, nem à 2ª, nem à 3ª, é não desistir até que haja um só caminho. É por aí, sempre em frente, tendo como unica preocupação o cuidado de quem não conhece e pode magoar, sem querer.

    O subterfugio. Se detectado, é porque já não é. Certo?

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  8. Nada disso, qual vestida de Cabra, isso dizias tu, enquanto eu reclamava que era tudo um mal entendido.

    E acabou mesmo tudo num mal entendido, até fechou a comentários livres, e só de pensar que eu poderei ter tido alguma cumplicidade naquilo até se me tolhe a alma.
    Sim, cumplicidade e responsabilidade são coisas diferentes e iguais.

    As pessoas magoam-se sozinhas, e quem ainda não aprendeu isso é bom que aprenda, caso contrário continuará a magoar-se.

    Um subterfugio só é um subterfugio se for detectado, precisamente o contrário do que julgas, minha cara, pálida.

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  9. Olha, se me vens com essa conversa que as pessoas se magoam sozinhas, porque criam expectativas e mai não sei quê, parto já aqui qualquer coisa, que já tou fartinha desse clichê. As pessoas não vivem sozinhas. As pessoas foram feitas pra dar e receber. As pessoas criam expectativas, porque isso faz parte da nossa natureza. Magoam-nos sim e muito, porque quando nos entregamos de alma a nu, às vezes acontece que quem veio, não veio por bem. Ou não sabe fazer bem. Ou não está a perceber bem. Ou não está a ver bem. E por cada expectativa que nos matam, dói. E cada um de nós é diferente e unico. E cada pessoa que conhecemos nos percursos das nossas vidas, apresenta-se, caso nos identifiquemos com ela, como um mundo novo de expectativas. Se eu não espero nada de ninguém, eu não existo. Não há quem se baste, isso é um mito. Posso aprender a viver comigo, posso amar-me, mas eu tenho, por essência, a necessidade de dar e por consequência, a expectativa de algum retorno.
    Foda-se.



    Subterfugio: dizes que o é, quando detectado. Eu digo que depois disso, deixa de ser. Detectaste, tá feito. Deste com o bicho e matasteze-o.

    Foda-se outra vez.

    Pensar dá-me fome e eu ando de dieta, caray!

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  10. Essa da expectativa de algum retorno, não era a conversa dos clientes do BPP ?

    Olha, dizem que uma imagem vale por 1000 palavras, por isso mesmo é que te pedi uma foto tua desnudada, evitavas estar com tanta conversa .

    E não me venhas com essa conversa sobre o dar e receber, sobre o amar e ser amado, que isso são cruzes à medida de cada um, cada um saberá o peso da sua, e por isso mesmo avaliar o peso de outras.
    A mim não me agrada ver pessoas carregadas com fardos que não precisavam, nem que seja em nome do amor.
    Que se foda o amor !

    Ao subterfugio, detectei-o e por isso não resultou, no entanto não deixou de o ser.

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  11. Subterfúgio, vossemecês, usam palavras caras pá. Afinal não sou assim tão inteligente lá tive dir ver o significado, bem haja à Wikipédia.

    Junkie será mesmo que não andas a dizer coisa com coisa? Ou não será essa a tua verdadeira nudez? Só que prontos foste apanhado nu, ao invés de tapar a cara, disfarças o que escreveste, com o não andar a dizer coisa com coisa.

    Será que é caso para dizer que acabei de te ver nu?
    Acho que já te vi nu algumas, poucas, muitas vezes, será, não sei, é difícil ter a visão concreta, se calhar até já te mostraste nu, assim à queima roupa, visão, sim, sim daqueles gajos com a gabardina e tudo, mas devo ter virado a cara para o lado e não dei por nada, acontece, aqui tudo é demasiado difuso.

    Lá está a pensar morreu um burro.

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  12. Eu confesso que não percebi a cena da repetição. Eu confesso que não percebi a cena da repetição. Eu confesso que não percebi a cena da repetição. Eu confesso que não percebi a cena da repetição. Eu confesso que não percebi a cena da repetição. Eu confesso que não percebi a cena da repetição. Eu confesso que não percebi a cena da repetição.

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  13. Laura, com essa me apanhaste, talvez me tenhas já visto nu uma série de vezes, e sei lá o que não terás fantasiado, que uma doida como tu deve ter cá cada fantasia.

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  14. Rafeiro, se não percebeste, pergunta às senhoras, que eu também não percebi.

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  15. A mim ninguem pergunta nada que estou fechada pra obras.

    Junkie, ali na coisa do dar e receber, eu não te vou com nada, aquilo é que vem de nós.

    Não deixou de o ser (subterfugio) nem eu disse que o tinha deixado de ser. Foi só ultrapassado.

    E ficamos aqui até ao fim dos nossos dias, quais Platão e Sócrates a discutir paneleirices. Mas eu, tá-se.

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  16. Tá-se o caralho é que tá-se.

    Olha lá, o Platão sou eu, tás-me a ler Isabel ?

    Tu podes ficar no papel de Sócrates, e nada de paneleirices, Leste-me Isabel ?

    Qualquer relação homosexual que eu tenha contigo, minha querida, só pode ser lesbiana.

    Tu não disseste que o subterfugio depois de detectado deixa de o ser ?
    Olha aqui o que escreveste ali mais em cima:

    "Subterfugio: dizes que o é, quando detectado. Eu digo que depois disso, deixa de ser"

    Isto é mesmo conversa de encher pneus, no entanto tem o encanto de te ler a dizeres-te e contradizeres-te...

    Tá-se bem

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