terça-feira, 12 de julho de 2011

Resina, sangue ou lágrimas ?

Na casa onde vivo existe um grande pinheiro, é um pinheiro estilo nórdico, e fica a classificação da espécie do pinheiro por aqui, que não sei de que espécie se trata, nem vou tentar saber.

Recordo-me que aquele pinheiro existiu num vaso, nesse tempo era um bonsai, e foi-o durante nem faço ideia quantos anos, talvez tenha existido desde sempre. Lembro-me de ter sido retirado do vaso e solto em sitio onde as suas raizes poderiam afundar-se numa terra sem limites, e todos ficaram a olhar à espera de o ver erguer-se, atirar o tronco na direcção do céu, espalhar os seus ramos pelas nuvens, ser albergue dos bandos de pássaros, mas não, o pinheiro fiel ao seu passado, manteve-se rasteiro e passaram-se anos, eu cresci e tornei-me bem mais alto que ele.

Um dia, um homem, com a cara riscada pela rugas de uma vida cheia, um senhor com cabelos tão brancos, como bela era a sua letra. Esse homem que fazia de uma folha em branco uma obra de arte, ouvindo a história do pinheiro que se recusava crescer, riu e disse que o faria crescer.

Não sei se foi poda, se foi foda, se que caralho foi, mas aconteceu o que já ninguém esperava, o pinheiro atirou-se ao ar, e cresceu desmesuradamente, tornando-se numa das árvores mais belas que conheci, e passaram-se anos, e ele tornou-se bem mais alto que eu.

A propósito deste pinheiro que chegou este inverno ao limite da sua existência verdejante, lembrei-me agora do homem que tinha tantas histórias para contar como cabelos brancos, cujas rugas não paravam de rir mesmo estando sério, e que desenhava letras em vez de escrever. 

Como gostava eu de saber amar a vida assim.

73 comentários:

  1. Este post faz-me pensar no "my favourite things" pelo Coltrane. E é um pensamento agradável.

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  2. Até já nascem flores no meu blogue, flores que trazem musica.

    Ainda se vai isto tornar numa coisa agradável.

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  3. "e que desenhava letras em vez de escrever".
    Gostei.

    gajo, tu amas a vida. cala-te.

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  4. http://www.youtube.com/watch?v=RIZdjT1472Y

    Safo/Elga

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  5. Isa, pá, há coisas que cada um é que sabe, e por vezes nem isso, portantos pá, cala-te tu.

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  6. Safo/Elga, apraz-me ver que nem tudo é perda.

    E mais musica, isto ainda se vai tornar uma rádio de discos pedidos.

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  7. :)))
    Flores, outras flores já cá chegaram c o Thom Yorke. Por isso no surprises :)

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  8. Peço desculpas por interromper ... mas aquilo do "nem tudo é perda", terá por um mero, inapropriado e muito perigoso acaso, a ver com a minha lauta prestação opinativa?

    calo-me eu, se eu quiser, aborígene. E por acaso até nem quero. Estás a considerar fazer exactamente o quê, quanto a este assunto? hum?

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  9. Isa, ai o trabalho que me dás pá, até me apetecia praguejar, não fosse o meu praguejar importunar a pacifica calma que aqui se parece instalar, e até nem sei...

    Aquela do nem tudo é perda, é porque num comentário perdido no tempo tinha informado ali a Elga, que aqui não se chamava mais Safo, comentário que fui desencantar lá no caralho mais velho, e aqui colo, cólo de colar, e não colo de dar colinho :

    "Junkie Jones disse...

    Ó anónima Safo, já vi que percebes da poda, e por isso só refuto essa de que as folhas secas de uma planta com 1,60m de altura pesem 53 - 55 kg... mas tu estás assim um bocado estrábica para a avaliação de pesos, não ?
    Mais uma coisinha, esse teu nick, é mesmo de um mau gosto inquestionável, e se me permites arranjo-te outro, "Elga".
    A partir de agora chamas-te Elga, nome que apesar de aparentar ser feminino, era o nome de um personagem masculino de um conto que li há muitos, muitos anos.
    Elga é mais giro que Safo, e mantém a tal inconsistência quanto ao género, só que neste caso ao contrário.
    15 de Junho de 2011 13:32"

    Capice ?

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  10. Queres música! Por hoje contenta-te com a que te dei há pouco! Vai-te informar sobre quem foi Safo e depois bota faladura! E se não gostares, apaga-me. Dá-me cá um abalo...
    Safo

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  11. gosto tanto de gajos assim ...

    uma gaja reclama e aparece logo a respectiva justificação, com provas e tudo.

    Não sei se estou satisfeita. Exijo uma penthause!`Com serviço completo, prosupesto, pra 2 noites. É o mínimo qu'esta casa pode fazer por uma cliente habitual e assim, do meu, vá, gabarito.

    Obrigada.

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  12. O meu comentário era pró Junkie, obviamente.

    Pás, agora a sério,anda tudo muito touchy ou é impressão minha?

    por qualquer merdice que se diga fica logo tudo amofinado ou o caralho, dasse.

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  13. Elga, pá, mas eu lá te ia apagar ?

    Mas não me apraz ver que afinal tens boa memória, mas pouca atenção, porque afinal a explicação que te dava para o nome Elga, tinha precisamente a ver com saber quem foi Safo.
    Talvez me tenha explicado mal, a culpa é minha, a culpa é minha.
    E a tua musica pá, bem, não é que não goste .

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  14. Esperem, quem é que está a falar com quem ?

    Ó Isa, pá, tu e o caralho são a modos que inseparáveis?

    Não se pode ter um blogue em que o vernáculo não seja o prato do dia ?

    Logo neste post onde queria paz e harmonia.

    Eu mando caralhadas porque fazem parte de um dialecto muito próprio desta cidade que habito, onde uma caralhada é como um suspiro, um encolher de ombros, ou um franzir de sobrancelha, foda-se pá.

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  15. Não estou a ver muito bem em que é que caralho perturba a paz e harmonia, sinceramente que não estou. A mim serve-me como complemento a funções várias, sendo que uma delas é o desabafo, como eu desabafo muito, pois que sim, eu e o caralho somos inseparáveis.

    E não m'aborreças com miudezas, qu'eu hoje estou muito cansada e hiper incomodada com a falta que certas e determinadas pessoas me fazem. Maneiras que não puxes muito por mim. Tou só a dizer.

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  16. Que foi Margarida, ris-te de quê ?
    Tu explica-te, não vá alguém achar que é de si que te estás a rir.

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  17. Isa, considera-te puxada por mim, assim mesmo muito puxada, tu desembesta-te pelo meu blogue afora, tu parte, torce, esmaga, conspurca à vontade, que esta merda tem seguro contra todos os riscos.
    Desde que chegue para te acalmar, é quanto me basta.

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  18. Não me estou a rir de ninguém! Não me entendam mal.
    Gosto muito da forma como a Isa fala, gosto de pessoal desempoeirado, q diz o q pensa de forma descontraída.E claro tb da forma como falas.Só isso.

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  19. E pronto, escreve um gajo um texto para isto.

    Raramente foi feliz o filho que viveu para cumprir os designios de seu pai, portanto que seja feliz o meu texto sobre o pinheiro e a memória, perdido neste depósito de palavras.

    Pode ser que escreva em breve sobre a árvore que se partiu ao meio depois do texto sobre o pinheiro,
    ou não.

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  20. E ainda bem q o texto foi escrito.
    O riso tb é sinal de felicidade.

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  21. Por falar em Coltrane, talvez isto tb faça sentido:

    http://www.youtube.com/watch?v=_x07goVipjU

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  22. Ó Junkie tu escreve mas é sobre a árvore que se partiu ao meio, mas escreve mesmo, agora que falas-te no assunto, acabas. Até porque este texto do pinheiro, primeira vez que o li, li o que lá estava, a segunda vi outra coisa, pode ser que com sorte, ao escreveres sobre a árvore vás confirmar o que eu vi.

    Sim até apostava mas tu perdes de certezinha absoluta, é a mesma coisa que tirar um doce a uma criança.

    O que eu vi até dizia, mas é melhor não, né, está para aqui muitas gentes, e os voyeurs, ás resmas.

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  23. Ó Laura, por mim q acabei de chegar,tudo bem. Eu fecho os olhos.

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  24. Margarida, obrigado pela partilha das musicas, e vejo que és grande admiradora do Coltrane, o que não deixa de ser sinal de bom gosto, outro sinal de bom gosto é que parece que acampaste aqui, ou será que agora queria dizer mau gosto?

    Já te pedi uma foto tua nua? Não ? Então manda para o meu mail, que está ali ao dispôr.

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  25. Laura, já desisti de escrever sobre a arvore que se partiu de alto a baixo, coitada, ficou escachadinha de todo, e em sinal de respeito pelo seu sofrimento vou guardar silêncio.

    De qualquer forma podes considerar que seja qual for a visão que tenhas do que escrevi, está correcta, porque tudo o que escrevo é dado às mais diversas interpretações, dependendo da pancada do leitor, e a tua menina, bem, que pancada mandas pá.

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  26. Pois é JJ, gosto mesmo e ainda bem q gostaste.
    Acampei aqui pq gosto da paisagem. Deve ser bom gosto, não sei.

    Quanto à foto, estou a trabalhar p dissipar as marcas do biquini.É fundamental JJ! :)))))

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  27. Maggie, essa desculpa é nova, até agora só me tinham respondido com falsos pudores, mas todos mais verdadeiros que a tua desculpa.

    Mais uma dissimulada, mas será que tem algo a ver com as margaridas ?
    Esta ultima frase está aqui assim a modos que avulsa, mas com destinatário, uma daquelas cartas que provavelmente andarão durante anos sem nunca chegarem ao destino.

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  28. Tomá lá:
    http://www.youtube.com/watch?v=w3fZP7QC4PE
    Safo

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  29. Bem JJ, espera p veres! :))

    Epá, não sou dissimulada,mas tá bem.
    Não me importo nada de ser carteira. Tá entregue a carta.Tá resolvido esse problema c a(s) margarida(s)?

    Espero q não tenhas alergias c esta Margarida!
    Ainda não te ouvi espirrar, deve estar tudo bem.

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  30. Elga, esses Kills não conhecia, ao contrário da outra dos killers que é mais conhecida que o cagar, não que seja uma merda, até pelo contrário, mas pronto, acho que já devo ter ouvido vezes de mais.

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  31. Maggie, saber esperar é uma das minhas virtudes e um dos meus defeitos, por isso vou esperar, calmamente, sem nada esperar.

    E só mais uma coisa, se não te importas, deixa-te de abreviaturas que eu gosto de ver as palavrinhas ali todas escritinhas até ao fim, nem que seja com erros.

    E esse sorriso idiota, :)), também dispensava.

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  32. Como queiras, Junkie Jones. Estou verdadeiramente admirada com o teu reparo, mas a casa é tua pá.

    Não te irrites com o sorriso, não é idiota. A idiota sou eu.

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  33. É assim mesmo Maggie, estou verdadeiramente agradado com a tua nova atitude, e é com toda a estima que acolho tudo o que queiras exprimir, mas dentro dos moldes exigidos.

    Espero que não tenhas ficado com a lágrima no canto do olho, que isto é lúdico pá.
    Tu abrevia lá o que quiseres, ou até me podes mandar para o caralho com todas as letras, que a mim, nem um testiculo se me move.

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  34. Não te vou mandar para o caralho porque tu não vais.Tempo perdido, portanto.
    Tu és duro e eu sou flexível. Queres melhor?

    Estimo que me acolhas com estima porque eu estou aqui para ser estimada e estimar.

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  35. Olha lá ó Maggie, tu sabes como agradar um gajo não sabes? Essa do tu és duro, desarmou-me completamente, só me apetece dar-te colinho.
    Eu também estimo a estima, quem com estima me dedicares. Em dobro!

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  36. A do colinho foi gira e até soube bem ler.
    Obrigada pela estima.

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  37. Isto não pode ser verdade.

    A Margarida é que o JJ, só que neste caso trata-se de Jesus Cristo Him Self, na forma de flor.

    Como é que descobri? É que dá sempre a outra face.

    Porém eu sou pobre, e quando é grande a esmola, o pobre desconfia.

    Andam a acontecer coisas estranhas.

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  38. Começo a sentir-me no meio de um conto do Haruki Murakami, começo a duvidar do palpável, tenho que me deixar destas merdas, alguém que me belisque para ter a certeza que não estou a sonhar que estou aqui nisto.

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  39. Eu belisco! Fui a primeira a dizer.

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  40. Tu não contas ó pombinha Laura, que estavas escondida à espera de oportunidade.

    Vai lá beliscar uma gueixa.

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  41. Não, sou só uma mulher. Ainda por cima uma ateia( esta palavra soa mal!).De qualquer forma essa comparação com o Jesus Cristo é sempre um elogio.

    Não conheço o Haruki Murakami.Tem contos interessantes?

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  42. Maggie, és só uma mulher? Só ? Olha que ser mulher não é nada pouco, digo eu que de vos ver até se me cansam as vistas, quer-se dizer, há visões de que as minhas vistas nunca se cansam, fosses tu uma dessas e lá me interessava se és ateia.

    Os contos do Haruki Murakami são uma merda, fascinante é a forma como os conta, digo eu...

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  43. Uma gueixa? Não gosto de gaijas com maquilhagens pá! As gueixas são giras, mas é tu lá eu cá. Não é preciso tocar.

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  44. Ora abóbora, se são uma merda já não quero.
    Um dia destes, quando tiveres pachorra, explica-me porque é fascinante.

    Ando a ler uma coisa porreira sobre a Patagónia e outra um bocado deprimente da Sontag.

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  45. Ó Laura, ainda és esquisita?
    Gueixas é fixe pá, acredita, vai por mim que não te arrependes.

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  46. Maggie, vai chamar abóbora ao caralho, então como é que queres que te explique porque acho fascinante um modo de escrever ? As coisas que se sentem ficam sempre distorcidas quando descritas, por isso nem vou tentar.

    Além de que se estás a ler sobre a patagónia e estás a gostar, porquê mudar ?

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  47. Há coisas que se sentem e que se conseguem explicar,mas outras de facto não.

    Eu não ia mudar. Era só curiosidade.
    Sabes, sou muito indisciplinada a ler. Leio várias coisas ao mesmo tempo.

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  48. Estás a querer dizer que és estrábica ?

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  49. Como é que eu agora me vou rir?
    Não! Começo vários livros. Tu já percebeste O que quero dizer, há séculos.És malandreco!

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  50. Agora vou dormir, estou podre de sono.
    Não sei porque estou a dizer isto. Não interessa nem ao Menino Jesus.

    Durmam bem.

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  51. Ai acabou ...? que pena, logo agora que acordei.

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  52. Junkie Jones, andei a googlar o Murakami e encontrei uns excertos muito interessantes do "Kafka on the Shore".

    Também encontrei isto e gostei:

    "She waited for the train to pass. Then she said, "I sometimes think that people’s hearts are like deep wells. Nobody knows what’s at the bottom. All you can do is imagine by what comes floating to the surface every once in a while."
    — Haruki Murakami (Blind Willow, Sleeping Woman: 24 Stories)

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  53. Hoje tenho uma música nova para ti:

    http://www.youtube.com/watch?v=cXL3U4o-AQM

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  54. Ó Margarida lê o Kafka à Beira Mar, assim todinho, linha a linha, e as entre linhas. Não é coisa que se explique, não dá, lê-se, só ao leres é que vais perceber.

    Peço desculpa pela intromissão directa, tá? Mas se o gaijo deixa a casa aberta é mesmo para estas coisas.

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  55. Não tens de pedir desculpa, até agradeço a dica.
    Como disse, do q li gostei bastante e espicaçou a minha curiosidade.
    Thanks,Laura

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  56. Bom. Se este sítio começa a ficar civilizado, coerente e merdas assim, nunca mais ponho cá os pés.

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  57. Achas civilizado e coerente?
    Ó pá, eu não acho nada e por isso é q é bom.
    Aquilo foi só uma converseta tipo "patrão fora, dia santo no quiosque"

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  58. Isa é fácil de se inverter.

    Margarida, mulher tu és estrangeira? Assim alta mais de um 1,80, elegante, olhos azuis, loira, é que se és, aceito o 'thanks'. Mesmo assim, estrangeira e falar com portugueses tens de te comportar como tal, portuguesa de Portugal, portantos deixa lá o caralho do thanks, para os estrangeirados.

    E aquilo não foi uma dica pá, foi uma afirmação. Já agora sou aquela que ainda não são 8.30 da manha e já me está a tocar à campainha, para abrir a merda da porta do prédio, para me ir empanturrar a caixa do correio com os jornais dica da semana, não?

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  59. Tens razão Laurinha. Tens toda a razão.
    Aqui o gajo do blog até tem um nick bem português!
    Não sou estrangeira mas sou loira e elegante e gosto de gajos, gosto muito!
    From now on, é só de caralho pra cima e de foda-se pra baixo!

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  60. Mas olha-me só para onde é que foi a conversa! Mas olha lá, o que é me interessa para que lado é que és virada mulher? Para não restar qualquer duvida do que andas para aqui a fazer?

    Oh céus eu não tenho mesmo paciência nenhuma para estas merdas entre gaijas, não dá, não vale a pena, perda de tempo.


    Vês do que te falo Junkie? Vulgar.

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  61. Ó Laura não te estiques, não vale a pena.
    Essa boca do vulgar significa apenas q falas do q não sabes, mas tudo bem.

    Não te esqueças q deste início à conversa sugerindo q querias dar uma volta ao discurso "certinho".
    E eu alinhei partindo do princípio, errado, d q tinhas o sentido de humor q parece "exigires" dos outros.
    Saúde,Laura.

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  62. É Margarida, e depois eu respondo à minha maneira e não gostam, acontece. Cada um lê o que quer.

    Mas o vulgar era mesmo pó Junkie, mas está bem.

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  63. Laura, peço desculpa se interpretei mal as tuas palavras.

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  64. Péstáculo, gajas à porrada no meu blogue.

    Não façam ainda as pazes, continuem que a procissão ainda vai no adro, enquanto não vir olhos a rebolar pelo chão não fico satisfeito.

    Uns reparos :

    Laura, tu não reclames da Maggie vir para cá com estrangeirada, que eu não percebo o que queres dizer com a maior parte do que escreves e nunca me queixei.

    Maggie, voltaste a escrever com abreviaturas, e isso não pá, escreve com erros, escreve em inglês, escreve em caralhês, escreve na lingua que quiseres, mas abreviaturas não, se fazes favor, e claro que vais fazer o favor, porque tu pareces assim a modos que, vá lá, uma querida. E obgigado pela musica, gostei, só tive dificuldade porque não sabia se havia de olhar ou ouvir.

    E tu Isa Maria, então tu vês porrada e não te engalfinhas também? Tu perdes uma oportunidade destas para puxar dos teus galões e arrear também com umas caralhadas?
    Nem sei como é que a galinha com dentes não apareceu também para distribuir umas bicadas.

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  65. É pá pois foi! Só agora é que reparei.
    Estou tão viciada nessa merda das abreviaturas que nem dou conta!
    Vou já dar umas palmadas nas minhas mãos!

    Acredito.
    Ela canta bem, quase tão bem como a mãe.

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  66. Ó Junkie Jones chamaste por mim caralho?
    Safo

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  67. Ouviste-me chamar-te Elga ?
    Estás com audições pá, tu trata-te !

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  68. Só pode ser do estrabismo! Dass.
    Safo

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  69. Tava a ver s'aquecia mais, cainda estava fraquito pra mim. Ó Junkie, como se tu não soubesses que eu sou mais barra pesada, tipo Anónimos e assim.
    A Maguiga e mais a Laura são kidas e eu não sou gaja pra interferir em manifestações mais ou menos territoriais.

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  70. Junkie, quando estiveres muito tempo sem escrever uma posta, lembra-te do título desta canção do Jeff:

    http://www.youtube.com/watch?v=nrMwgTc69y4&feature=artistob&playnext=1&list=TLe5pZtUUYrDw

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  71. Pois é Maggie, falta também é uma coisa que sinto, e olha, agarro-me aos tomates.

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  72. Ó Junkie Jones deixa os tintins sossegados e agarra-te ao teclado para não sentirmos falta dos teus textos.
    Era a isso que eu me referia.

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