quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Ligaram-me do Guiness book of records, a dizerem que foi uma boa tentativa, mas que não aceitam mais recordes batidos em Portugal

Depois desta honrorosa maratona de comentários, que muito me honra pela adesão demonstrada pelas minhas comentadoras, mas também me horroriza pela falta de qualidade generalizada dos comentários feitos, aproveito para reformular o sentido deste blogue, a sua razão de ser, e quem sabe o seu destino.

Já não tenciono matar-me, já não será definitivamente este blogue a história anunciada de uma subtracção, mas antes um estertor da minha paranoia.

Só faltava agora que já decidi que não me vou matar, acontecer algum acidente e eu morrer.

Algum acidente assim do género de não me apetecer mais vir para aqui escrever, será para quem cá vem ler, o mesmo que a minha morte, tão simples quanto isso, não é?

E anda para aqui um gajo em trocas de comentários até aos duzentos.

Quem são vocês? Pá?

13 comentários:

  1. "Parece-me que as notícias sobre a minha morte bloguística são manifestamente falsas"

    Citação de Mark Twain plagiada e aldrabada por Margarida

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  2. Uma gaja não anda para aqui este tempo todo só para passar o tempo.
    Não gosto de falar de mim em público.
    Maria, anónimo ou o que tu quiseres

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  3. Margarida, nunca uses as frases dos outros se não tiveres a certeza do que eles queriam dizer.


    Então ó Maria anónima, o que anda uma gaja como tu aqui a fazer que não seja passar o tempo?
    Se quiseres fazer alguma confissão privada tens ali o meu mail, que é mais fundo que um poço, nada do que lá caia sairá jamais.

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  4. Junkie até sei o que o Mark Twain queria dizer, e também sei porque a utilizei aqui.
    Mais ainda, sei exactamente as palavras que lhe são atribuídas.

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  5. Então ora desbobina lá, que aqui a malta está a precisar de se cultivar.

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  6. Não faz sentido desbobinar nada porque nem tenho pretensões a cultivar ninguém.

    Na realidade tenho de admitir que não tenho jeito nenhum para fazer piadas ou trocadilhos que pareciam vir a propósito. Erro meu.
    Decididamente hoje estou em dia não.

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  7. Olha Maggie, cá eu quando não entendo uma piada pergunto, prefiro isso, a rir sem entender.

    Pergunto nada, rio-me, mas com discrição, não vá a piada ser sobre mim.

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  8. Os tipos do Guiness também são cá uns mete nojo!
    Os tugas são tão bons nos recordes, ele é o do maior pão com chouriço, da maior feijoada, do maior número de mines...eu sei lá, tantos!
    A mim pessoalmente afecta-me porque ando a treinar para o comentário mais idiota.
    Aliás, vê-se que me tenho esforçado bastante.
    Não é justo!

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  9. Maggie, Maggie, tu gostas de desafios dificeis, não é?
    Então tu julgas-te capaz do comentário mais idiota enquanto treinas aqui? Tu aqui quanto mais não seja por contágio, só te podem sair comentários brilhantes.

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  10. Se tivesse andado apenas aqui...
    Primeiro mandas-me calar, depois já me queres ouvir. Decide-te!
    Maria

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  11. Tenho mesmo que decidir?
    Então cala-te!

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  12. Junkie,já vimos que os gajos do Guiness são uns party poopers. Assim sendo deixo-te aqui uma sugestão para escreveres um post, cujo tema seria a loucura.
    Não , não estou a falar daquela loucura dos hospícios, que vemos nos filmes, lugares que, espero, existam já só mesmo em filme. Não é dos degraçados , alienados que falam sozinhos, ouvem vozes, deambulam erraticamente, imaginam que são Napoleão ou ficam apenas sentados, de olhos mortiços fixos no nada, não, não é a esses que me refiro.
    A ideia é que o teu post se debruçasse sobre outro tipo de loucura, a não tipificada e que se desloca diariamente entre nós, dissimulada assumindo até, às vezes, formas muito peculiares como a de sereias made in China, tentando atrair aparentemente incautos Ulisses.
    Os cantos são desajeitados e oscilam entre o registo confuso e a autocomiseração.

    Também posso propor um título: “Out of the Cuckoo’s Nest”. Isto porque me estou a lembrar do filme extraordinário com o vertiginoso Jack Nicholson.
    Se não gostas do título em Inglês avanço já com duas traduções:
    “Adeusinho ó vai-te embora”, ou então uma versão mais escatológica, “ Foda-se, que emplastro que não descola, caralho tá na hora!”.

    E pronto, é esta a sugestão.

    Não me venham dizer " ah que mazinha ( só gosto que me chamem mazona!)a brincar com coisas sérias!" Ei, isto é o mundo irreal, aqui não há coisas sérias!
    Real e a sério, logo realmente sério é que não há sol e eu só tinha um iogurte para o pequeno almoço.

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  13. Maggie, muito te agradeço a sugestão de tema para um próximo post, mas acho que não o vou seguir, mais por motivos humanitários que outra coisa qualquer.
    Não me revejo na figura de um d. quixote a combater gigantes de braços abertos, que não passam de moinhos degradados, com as velas descaidas e descosidas, a quem já vento algum trará frescura e vitalidade.
    Até porque de louco também tenho a minha parte, e também por vezes sinto que a separação entre real e irreal é uma linha demasiado ténue para poder ser pisada sem que corra o risco de desaparecer.

    Este espaço é lúdico, que ninguém se sinta ofendido, e que ninguém se sinta constrangido em provocar, mas com ligeiriza, e sem descargas biliares.

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