terça-feira, 20 de setembro de 2011

Cá se fazem, cá se pagam

E eis que ressuscitei ao 3º dia, após dois dias de ressaca.
Malfadada sorte que para além de me ir roubando vida, dia após dia, ainda me subtrai mais um dia por cada noite a dobrar, ou a triplicar, ou sei lá a que expoente se elevou a noite, iluminada por lamparinas alimentadas a alcool, e outros combustiveis psicadélicos.
Deve ser pecado um gajo divertir-se tanto, de tal forma é punido na proporção directa, quanto mais curtiu, mais depois se fodeu.
Mas será que Deus terá mesmo alguma coisa a ver com a ressaca? 
Não devia ter, bem pelo contrário, se Ele gosta de nos ver felizes, devia aplaudir, rejubilar, incentivar as nossas cabriolices, e depois em vez da dor de cabeça, podia ser só um sorriso sem jeito, porque afinal a piada ia-se diluindo.
Acabei de concluir que isto um gajo divertir-se a rodos, não é errado, é antes uma forma de expiar o pecado de desperdiçarmos tanta vida com comiserações, invejas, maus humores e outros odores que tais. 
Conclusão brilhante, apesar de óbvia, mas que espero lance um movimento de seguidores da doutrina da diversão limitada apenas pelo direito de todos à mesma.
Falta agora arranjar um Santo a quem rezar pelo alivio da ressaca.

7 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Já tenho uma pista sobre quem é a Alice, ou pelo menos sobre quem não é.

    Ou enganou-se no comentário, ou teve dúvidas.

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  3. Mania de opinar sobre tudo, ainda para mais em público. Não tive dúvidas mas falta-me legitimidade.

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  4. Bem, se não tiveste dúvidas, mas falta-te legitimidade, então talvez possas mesmo ser ele.

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  5. É, sou ELE! Que palhaçada. Deixa-te disso de uma vez por todas. Há limites para tudo! Agora já tenho legitimidade mas não tenho paciência.

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  6. Pois é Alice, então és tu e eu, na parte da paciência.

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  7. Eu gosto de um belo drama, mas depois passa. Até parece que tens verdadeiros motivos para te queixar, antes pelo contrário.

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