terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sem prémio

Num novo estilo, proponho que, quem a isso esteja disposto, faça do seu comentário um candidato a vencedor de um concurso, cujo prémio será a publicação em post, neste mesmo local.

A democracia tem os seus constrangimentos, sendo assim as regras são:

1ª O post terá um titulo pré-definido, que é "Soul Predator". É em inglês, porque para além de dar um certo estilo, sim, que até as canções em inglês soam melhor, também tem outros ses, como por exemplo a ausência de género, dando por isso asas maiores à imaginação.
2ª O post será escrito em português, mesmo que na interpretação se pareça com chinês.
3ª Quem decide o vencedor, sou eu.
4ª Eu também posso concorrer.
5ª É ilimitado o numero de candidaturas de cada um.
6ª A data limite de apresentação de candidatura é, quando eu achar por bem.

Eram estas as regras, todas as 6.




De resto a forma de abordagem é completamente livre, como por exemplo :

- As baratas também têm alma, compre Soul Predator e elimine as baratas lá de casa.
ou
- Tem-nas guardadas em si, enchem-na e deixam-na tão vazia, todas a almas que roubou, sem querer.



Isto são dois exemplos, curtos, mas que espero demonstrem a abrangência de abordagens que são aceites a concurso.

O prémio?

115 comentários:

  1. "Sem querer", desaparecido em combate?

    Ninguém rouba almas, "sem querer". Pode roubar olhares, vontades,isso pode, mas a alma de alguém só caminha pra onde viu uma porta aberta e um convite pra entrar. Não há "sem quereres", nisto. Não há nada de inocente, nisto. Não é um beijo roubado, um flirt, ou um namorico. É a Alma, caralho! É o tudo, de alguém. É a essência, é o âmago, é o que faz bater o coração. Quem preda coisas assim tão únicas, devia pelo menos ter a consideração e respeito de, quando aquilo já não lhe serve pra nada, devolver. Mesmo que esteja vazia, devia devolver.
    Eu devolvo os invólucros do que consumo, à reciclagem, não estou a ver muito bem porquê que a minha ou outra alma qualquer, há-de merecer menos cuidado.
    Ou onde é que caralho, não há, em tratamento tão displicente, a intenção explícita, cuspida, de um querer. Só porque se pode.

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  2. Um amigo meu caiu de um 15º andar e só perdeu um dedo. Felizmente os bombeiros encontraram o resto.

    Incluindo a soul...

    Predator...







    Está ganho!

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  3. Quem poderá roubar ou destruir a alma de outrém?


    A alma está no lugar da esperança e do sonho, no sítio das coisas preciosas e inacessíveis.

    A minha está aninhada em mãozinhas rosadas de dedos pequeninos e translúcidos que eu todos os dias acaricio com o meu coração.
    Ninguém, nunca, a vai roubar ou sequer dela se aproximar.

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  4. E se a minha alma tivesse uma banda sonora seria esta:

    http://www.youtube.com/watch?v=EUajb1uogF8&feature=related

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  5. Alguém me explica o que é a alma e depois, como se rouba semelhante coisa?

    (e assim se desvia as atenções do que se fez, fiteiro)

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  6. "É o tudo, de alguém. É a essência, é o âmago, é o que faz bater o coração."

    Ok, diz-me quem foi que eu vou buscá-la e devolvo-ta.

    "não há, em tratamento tão displicente, a intenção explícita, cuspida, de um querer. Só porque se pode"
    não há pessoas assim tão más, tá?

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  7. Ó Junkie Jones,podias fazer a gentileza de clarificar o que se passa aqui.

    Sinto-me como se estivesse no meio da Comedy of Errors do Shakespeare.
    Não é que isso altere o contexto, mas facilita a comunicação.

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  8. Psiu! karamelo! faxavor d'ir pôr as minhas frases lá onde estavam e deixa-las sogaditas, vale? Antes que leves c'uma cabeçada na cana do nariz, ando-te cum pó que nem te passa.

    O caralho é que não há pessoas assim tão más, há dessas, e piores que essas. E vais buscar é masé uns quilos de cimento, mete-te nele e manda-te pra qualquer lado. Moraste, paisan?

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  9. Por falar em pó e já que não posso citar essas belas pérolas de sabedoria que cospes todos os dias, vou citar uma da banda sonora mencionada acima:

    "I'll ... stir the dust underneath the thrust of my clicking heels", só que não vou esperar pela Primavera.

    E sim, tens razão, afinal há, esqueço-me sempre.

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  10. E o dust off my lute, stuff my suitcase full of blues ficou de fora porquê, pá?
    Quer-se dizer, chegas aqui, agarras em coisas minhas, usas, ai que diz quem é que vou buscar, blablabla e mais não sei quê, chateias-me (porqu'aquilo foi dito à séria e todá gente sabe que eu de séria tenho muito pouco, logo, um cochezinho de consideração por um desabafo profundo, caía bem) depois levas com a resposta que merecias e no fim ainda deixas as limpezas/arrumações mais pesadas pra mim.Ondé qu'eu já vi este fdp deste filme ...?

    E eu não cuspo! Nem sou má! combinado??

    Dasse!

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  11. Epá, não me fodam...

    Ó melhor, fodam-me... Ok, pronto, ninguém quer saber dos meus problemas...




    Eu ganhei esta merda!

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  12. Por achar obvio, não tinha incluido esta regra, que agora junto às outras,
    7ª comentários de anónimos não entram a concurso.

    De resto a coisa vai melhor do que pensava, não tem faltado imaginação à malta.
    Nem sei se não deveria colocar em rodapé a observação de que qualquer semelhançacom factos ou personagens reais, é pura coincidência.

    Quer dizer, a Isaltina revelou-se um pouco falha de imaginação, porque pegou na minha deixa como se achasse que me devia algo, mas de resto esteve bem como só ela.

    Até um personagem com nick de gajo apareceu a concorrer, em português fácilmente interpretado sob uma perspectiva azerbeijaneza.

    A Maggie, primeiro achou que isto era local para citações lamechas sobre almas ou o caralho, mas depois começou a achar que tinha entrado na sala de espectaculos errada, ainda nos vai surpreender, aposto.

    Por ultimo uma explicação a um ser anónimo que deixou aqui a pergunta sobre o que é a alma, e como se rouba.
    A resposta a essa pergunta talvez se possa entender, depois de espremidos todos os comentários, ou não.

    Eu proprio hei-de concorrer, só que ainda não me decidi pela abordagem, talvez por trás, talvez.

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  13. Não combino nada. Basta-me abrir os olhos e ler o que leio, dia sim, dia sim. Consideração é o respeito que se deve ter pelo que os outros gostam ou não, pensam ou sentem, independentemente da nossa opinião sobre o assunto. Há limites para a estupidez.

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  14. 1º lançamento.

    Predadora, mas ela prefere ver-se como aglutinadora, fez-nos exércitos de sem vontade própria convencidos do contrário, compartimentou o nosso imenso interior, sistematizou, reduziu-nos, ser quase perfeito, a rodinha de engrenagem, encheu-nos de receios, de culpas, frustrações, e compensou-nos com placebos de felicidade, a sociedade que somos e nos devora a alma.

    Lindo hã?
    Boa merda!

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  15. Isaltina, tu por seres tu, cada piscar de olhos, cada arfar, é uma candidatura à vitória final.

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  16. Anónimo, aqui tenho que te contrariar, é que não há limites para a estupidez, e a prova disso está na afirmação do contrário.

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  17. No meu universo, a estupidez não tem espaço para ser ilimitada, quanto ao dos outros, isso é com eles.

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  18. Bom, impõe-se aqui um pedido de desculpas meu ali ao Anónimo, que a própósito, Junkie, não conheço. Ou se conheço não sei que conheço, porque aqui é Anónimo.

    Então cá vai, pá, é assim mesmo como dizes. E até podiamos ficar aqui a debater eternamente quem é que não cuidou dessas coisas todas em relação a quem, aqui mesmo neste espaço. Mas como a casa não é minha e já estamos a incomodar os convivas, acabemos com esta cena duma vez. Peço desculpas pela contundência das minhas palavras. Tá claro que se me voltas a chamar nomes, temos o caldo entornado outra vez, mas até lá e até ver, como disse, peço desculpas. Não sei do que falas nisso do dia sim dia sim, mas eu tenho um mail, se te ofendi/magoei ou assim, pois cá estou pra assumir, se não fui eu, não tenho nada a ver com isso.

    Vê lá se assim já tá melhor.

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  19. Eu sou lamechas e o caralho. Há espaço neste mundo para gentinha como eu, ou não?
    Espero que haja.
    Atiro com a minha alma para aqui,toda embrulhadinha em metáforas por causa do frio, como quem atira uma pedra à água, faço círculos e deixo-a afundar-se.Foi só isso.

    O que é a alma? A Isa já explicou. É o centro, o âmago. É o caminho interior que percorremos sem nunca avistar o fim.

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  20. E como dizes,devo ter entrado na sala errada.
    Por isso vou sair.

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  21. Maggie, enquanto ali a Isaltina e o anónimo acertam agulhas e comprimentos de onda, deixa-me que te diga que a definição de alma é coisa de uma subjectividade demasiado vasta para ser adjectivada num parágrafo, mas já que vamos por aí também mostro que sei ser lamechas e acrescento que não sei o que é a alma, mas sei que frequenta a tasca onde os sentimentos e as emoções se encontram.

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  22. Maggie, não pagaste entrada, por isso também não precisas de pagar saída, mas volta sempre que serás bem recebida, aliás, tu própria tens os teus próprios direitos, ou já esqueceste e agora fazes birra?

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  23. Maggie, isso é como abandonar a sala de cinema, só porque houve um apagão, pá, quando devias era aproveitar pra fazer coisas que às claras normalmente nos coibimos de fazer. Boas. Coisas boas.

    Não há agulhas a acertar, JJ, ou tá certo assim, ou não s'acerta e já tá.

    A alma, é o que faz o verbo "ser", em cada um de nós.

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  24. Ó Junkie sair rima com dormir!

    Eu durmo e a minha alma se lhe apetecer pode ficar e se lhe der na veneta até pode ir prós copos, nunca se sabe.

    A alma vai para onde a minha imaginação a levar.

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  25. E pára de me chamar Isaltina, se fazes o favor, pode ser, Junkie? Pelo menos até eu pedir uma indemnização qualquer a um juiz qualquer.

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  26. Isa,essa do "ser" é mesmo o centro da questão.

    A distinção entre o ego e o self ajuda a compreender melhor o conceito.
    O ego entra na dimensão do nosso relacionamento com os outros e o self na nossa dimensão interior.
    É esse o terreno da alma. Chamem-lhe alma ou outra coisa qualquer. Se lhe chamarem brigadeiro de chocolate também vale e pode sempre contar comigo.

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  27. As coisas mais simples, parecem sempre as mais difíceis de pôr em prática. Porquê?

    Eu brinco desdramatizando, sem falta de consideração por desabafos e nunca querendo ridicularizar. Quando isso acontece, o tom é sarcástico e percebe-se a diferença.

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  28. ou talvez não, à avaliar pelas reacções.

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  29. Boa pergunta.



    As reacções advêm do mal entendido, que por sua vez advêm do pouco conhecimento da pessoa (hás-de concordar que sendo todos anónimos, uns sempre são mais que outros), e isto, sem me querer desculpar, funciona pra ambos os lados.

    Reitero as minhas desculpas, no entanto.



    Maguiga, a minha chama-se papos de anjo!
    Hoje. Amanhã logo se vê.

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  30. 2º lançamento

    Há sempre um balanço em cada final, da forma mais simplificada poderemos dizer que valeu a pena, ou não, e fica assim catalogado o evento como positivo ou negativo.

    Isto a propósito de um fenómeno de que sou testemunha, e que é nem mais nem menos que a predação de almas feita pelo inusitado método de conversa virtual.

    A quem sorri com desdém perante aquilo que parece ser uma estoria da carochinha, asseguro que se trata de algo bem real, podendo não ser mais real que a alucinação de um esquizofrénico, mas mesmo assim bastante real para quem a vive, e por isso mesmo merecedor de algumas linhas.

    A questão pôe-se portanto nos seguintes termos, roubaram-me a alma, mas valeu a pena? Suspeito de que quem a roubou não terá tirado disso grande proveito, porque a minha encontrava-se em estado bastante degradado, diria mesmo miserável, e por isso deve ter sido bem dura de roer, já a experiência de ter sido mastigado foi tão esclarecedora do que é amar e sentir-se amado, que se voltasse atrás e soubesse o que sei hoje, repeteria a experiência com sorriso de orelha a orelha.

    É claro que fica sempre um certo ressabio, mas isso é a condição humana que me é inerente, e de que nem consigo nem quero fugir.

    De qualquer forma, em havendo tempo e condições para tal, a alma volta a medrar, até mais rica e saudável.

    E prontos, não é que eu precise de muitos lançamentos para vencer o concurso, mas diverte-me participar.

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  31. Olha, afinal era tão fácil, era de amor que se tratava.
    É mesmo como o apresentas, é renovável como a carta, o passaporte ou cc. Vai-se ficando melhor ou pior na foto, mas podemos ter sempre um novo, com os prazos válidos e tudo.
    Ou então, num registo também de renovação, mas mais romântico,o amor pode ser comparado ao ciclo das estações do ano.

    Ai, o último amor é sempre o melhor, o que bate mais forte e como diz o poeta é eterno enquanto dura e pode durar duas semanas, dois anos, dez.
    E... depois termina, numa grande confusão, num desgosto de fazer chorar as pedrinhas da calçada, ou num alívio extraordinário, ufa, já não era sem tempo!
    A seguir outro virá.
    Viva o amor!

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  32. Isso foi um testemunho pessoal?

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  33. E como o amor deve ser felicidade e alegria...


    O teu riso

    Tira-me o pão, se quiseres,
    tira-me o ar, mas não
    me tires o teu riso.

    Não me tires a rosa,
    a lança que desfolhas,
    a água que de súbito
    brota da tua alegria,
    a repentina onda
    de prata que em ti nasce.

    A minha luta é dura e regresso
    com os olhos cansados
    às vezes por ver
    que a terra não muda,
    mas ao entrar teu riso
    sobe ao céu a procurar-me
    e abre-me todas
    as portas da vida.

    Meu amor, nos momentos
    mais escuros solta
    o teu riso e se de súbito
    vires que o meu sangue mancha
    as pedras da rua,
    ri, porque o teu riso
    será para as minhas mãos
    como uma espada fresca.

    À beira do mar, no outono,
    teu riso deve erguer
    sua cascata de espuma,
    e na primavera , amor,
    quero teu riso como
    a flor que esperava,
    a flor azul, a rosa
    da minha pátria sonora.

    Ri-te da noite,
    do dia, da lua,
    ri-te das ruas
    tortas da ilha,
    ri-te deste grosseiro
    rapaz que te ama,
    mas quando abro
    os olhos e os fecho,
    quando meus passos vão,
    quando voltam meus passos,
    nega-me o pão, o ar,
    a luz, a primavera,
    mas nunca o teu riso,
    porque então morreria.

    Pablo Neruda

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  34. Margarida, temos que combinar os dias pra citares estas coisas, tá bem? O meu rímel não é à prova d'agua. Porra.
    Mas já caqui estou e nestes estados,bora lá a lamechar isto mais um cadinho, sobre o assunto do costume e desta feita dito pelo Vinicius de Moraes, esse outro Grande, que doirou assim:

    Deve existir
    Eu sei que deve existir
    Algum lugar onde o Amor
    Possa viver a sua vida em paz
    E esquecido de que existe o Amor
    Ser feliz, ser feliz, bem feliz...

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  35. Amor,
    Quão grande é o nosso amor?
    Queres saber? Conta as estrelas do céu!
    Oh, o nosso amor é infinito!
    Não, é perda de tempo!

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  36. Epá, temos aqui o Clooney a falar de amor!??
    Tou a sonhar?
    Oh Lord (of the flies)!

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  37. Junkie, anda cá! O teu blog tem aqui qualquer produto que me provoca alucinações.

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  38. Jack, vai tirar a máscara que tás a desorganizar a Margarida! caramba pá, tu mais a mania dos super heróis!

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  39. E já que se falou da alma...

    http://www.youtube.com/watch?v=gG5naacjpdE&feature=related

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  40. :)

    Pronto, alienação colectiva. Ninguém reparou que eu fiz uma pergunta?

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  41. A pergunta não é dirigida ao Junkie?

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  42. Então é irrelevante que reparemos ou não.

    O único que precisa de reparar é mesmo o Junkie.
    A alienação pode até ser colectiva desde que não o atinja a ele.

    Junkie à cabine de som!

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  43. Bem, como seria de esperar, falou-se de amor, foi a alegria geral, todos têm algo de maravilhoso a declarar.

    Mas não, o tema é livre, só o titulo é que não, "Soul Predator", e já expliquei isso no post.

    Quanto à pergunta do anónimo, pá, não interessa para nada se é um testemunho pessoal ou ficção, é uma abordagem. O que é que ainda não percebeste? Arranja um nick, para a malta saber que és tu.

    Maggie, olha que concorreres com um poema do Neruda é batota, como é que eu poderia então ganhar?

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  44. Ideia gira a do Jack das sete caras, também hei-de arranjar uma foto para o meu perfil.

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  45. Isaltina, tu que és da simpatia da RA, não a convences a concorrer?

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  46. Agora não posso, que tou com dores de cabeça.

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  47. Esqueci-me desse pormenor do concurso e fui atrás do meu coraçãozito!
    É bué foleiro dizer isto assim, mas apeteceu-me.


    Sugestões para a cara do teu perfil:

    http://1.bp.blogspot.com/_4lPjSE9ZiOQ/Sk0tlOjZDLI/AAAAAAAAAV0/TBYid4gehlA/s400/POLO%2BRALPH%2BLAUREN%2BNacho%2BF

    http://pipocamoderna.com.br/wp-content/uploads/2010/11/james-franco1.jpg

    http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/foto/0,,19116404-EX,00.jpg

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  48. JJ:

    1- Com nick ou sem nick, nunca tens a certeza que sou eu, e tens a vantagem de não poder desatar a apagar comentários quando me provocam ataques de fúria. Entretanto, a M e a A já não existem e não vou inventar mais nenhum, não vá ter uma crise de identidade.

    2- Interessa.

    Dos 3 só o terceiro me agrada, mas é um traidorzito de m., logo também está fora.

    Também estou com uma mega enxaqueca hoje.

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  49. http://4.bp.blogspot.com/_LQcLq_fs2YY/Sa49EOV_c4I/AAAAAAAAAIg/dvYe9IMQY8w/s400/louis-garrelss.jpg

    mais cota

    http://3.bp.blogspot.com/-qSX91nQa1-4/TZ_01l_4EpI/AAAAAAAAAGk/tnu2KvtSiq8/s1600/JeremyIrons-2.jpg

    epá, estou aqui à 5 minutos a pensar e não me ocorre mais ninguém... (que gaja enjoadinha)

    nota: do primeiro gosto da língua, do segundo da voz

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  50. Junkie, tens também estes:

    http://3.bp.blogspot.com/_2LCNrFVsxQo/Rv7HwclVulI/AAAAAAAAA28/S8aYZlesgEI/s320/2007-08-22-RS.jpg

    http://1.bp.blogspot.com/_N6hUj7RlI_U/S8IfB5TJoEI/AAAAAAAAA8Q/Q3HnO7YhL1c/s1600/00007hzk.jpg

    http://1.bp.blogspot.com/_qxMjNWptxeo/TSPkHDMr3ZI/AAAAAAAACBs/9Fj8u6dTGqE/s1600/gerard-butler1.jpg

    Já tens imensas sugestões.

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  51. Boa, barbudos, gosto destes.

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  52. E quanto ao soul predator só me lembro do diabo, que dizem que é isso que faz.
    Quem nos leva a alma, leva-nos tudo... se a entregamos a história já é outra.

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  53. Soul vs Predator


    Come closer,
    Bring your sweet and tender friendship.
    Watch me thoroughly, my eyes reflect her glimmer
    And my voice conveys all her
    sorrows and joy.
    There she is, covered with the veil of my deep self.
    You can feel her but you can’t have her.
    That’s her fate: never leave me.

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  54. Que pena não saber ler estrangeiro, aposto que se estivesse em português ainda ganhava o concurso.

    Obrigadinho pelas sugestões de foto para o meu perfil, mas eu não estava a pensar em nada assim tão vistoso, a pôr foto de alguém, só poderia ser a minha, coisa que acho francamente improvavel, tivesse eu os tomates da Isa e talvez me vissem por lá.
    Mas não, antes lá colocaria o rabo que a cara, e talvez até nem ficasse pior, não que tenha grande rabo, mas também não seria pela cara que me safava.
    Tenho que pensar bem nisso, que uma foto para o meu perfil não pode ser qualquer merda.

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  55. Foi só a brincar, Junkie. E não faz mal não ir a concurso. Serviu para fazer uma experiência.

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  56. Tudo bem, brincar pode-se.

    Explica-me uma coisa Maggie, se souberes, porque é que não podemos escolher de quem gostamos, e para ser mais concreto, porque é que não podemos escolher quem amamos?

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  57. Não podemos escolher. Amamos ou não amamos.
    O que se sente é independente da nossa vontade.
    E o amor é sentido. Nada mais que isso.

    Não vale a pena forçar e ir pelo caminho da razão.
    Deixa de ser amor e passa a ser uma decisão que até pode parecer sensata mas não vai trazer felicidade.

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  58. E penso que podemos andar uma vida a achar que determinada pessoa é porreira, fantástica, quase a rair a perfeição, mas nunca conseguimos sentir amor por ela.

    Entretanto somos capazes de viver um amor desmedido por alguém que nem se interessa por nós.

    É a vida.

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  59. E já agora a experiência foi só para confirmar que a língua inglesa resulta muito mais poética, mesmo que o texto seja fraquinho.

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  60. E só para concluir este raciocínio, penso que quando gostamos a sério de alguém não é pela beleza, ou inteligência ou por outro predicado qualquer. É sempre porque a pessoa em causa tem o "tal" je ne sais quoi.

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  61. Diz-me uma coisa Maggie, imagina uma pessoa carregadinha desse tal je ne sais quoi, achas que isso poderia ser de alguma forma uma maldição?

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  62. Maldição, não. Se lhe reconhecemos o tal je ne sais quoi é porque sentimos amor por ela e isso nunca pode ser uma maldição.
    Eu acho que o amor nunca pode ser uma maldição, bem pelo contrário.

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  63. Vou dar o meu contributo, que hoje amanheci iluminada. Alma, é onde mora o amor, o amor, que é a raiz de todos os outros sentimentos,os maus inclusive.
    Não se escolhe a quem dar ou por quem sentir, porque a alma é que manda, é um território independente de nós, é autónomo, e está-se cagando para o que o resto de nós lhe diz. Daí não se poder escolher, racionalmente, o que ou quem achamos ser melhor pra nós. Porque a alma é que sabe e ela é que decide. Quando encontra outra com o tal je ne sais quois, manda-se toda ela, desenfreada por ali fora, e não há absolutamente nada que possamos fazer no sentido de a contrariar. Porque ela é o verdadeiramente "nós", antes e apesar de todos os conceitos, regras ou condicionamentos a que estamos ou fomos sujeitos, modos de vida, de ser ou estar. Isso tudo foram escolhas nossas. Fizemo-las, porque nos trazem conforto, fisico ou espiritual. A alma deixou, porque lhe era indiferente assim ou assado, ela estava ali, apática, jazia adormecida, num aparente conformismo. Engano nosso, nunca se conforma a alma. Uma vez encontrada a a outra que lhe fale os acordes em falta daquela sinfonia da qual ela só tinha metade da partitura, acorda e nada a pára.
    À partida, é só amor o que a enche, se contrariada, asfixiada ou castrada, a alma pode ser perigosa para o resto de nós, sentimos coisas estranhas, algumas muito feias e há quem se deixe controlar por isso. Mas porquê, mas porquê? perguntamo-nos amiúde, quando nestes cataclismos emocionais. Porque entrou em conflito com o resto de nós, o resto de nós esqueceu-se que é ela que manda, o resto de nós esqueceu-se que é só o resto de nós e quer confina-la às nossas escolhas racionais. Bad move, muito béde. Há que se ter a noção que, só porque se completou o que nem Bethoven escreveu tão bem, nenhum simples mortal o poderia fazer, é por si uma benção. Vir-se a este mundo e partir dele com a alma completa, é uma benção. Mesmo que o que a completa não more ou fique perto pertinho de nós.
    Morrer-se e podermos dizer-nos que amámos e sabemos que fomos amados, será o mesmo que dizer "missão cumprida", digo eu.

    De facto, não há predadoreS de almas. Há uma alma pra cada alma. Se a que sentimos nos predou a nossa, não houve retorno, é porque nos enganámos na música, logo, não predou, nós é que a oferecemos em sacrifício.Também acontece.
    O retorno, não se reduz à próximidade física, ao contacto da pele,isso é o conforto da alma, mas o holy grail da coisa é quando a gente olha no olho de alguém, bem no olho de alguém, e láááá onde está a alma desse alguém, a gente descobre que é onde a nossa, É.
    Pode-se viver uma vida inteira, só deste reconhecimento, sabiam? Pode-se.

    (Não me contrariem por favor, que descobri isto inda há bocadinho e estou felicíssima com o achado)

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  64. Ganda malha, Isa!

    Está tudo no teu texto. A alma é o centro do nosso ser. E não amamos quem queremos ou devemos.
    Nem sequer existe querer ou dever no amor.
    Amamos, simplesmente.

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  65. Mas fica a inquietude. Muda-se tudo, de país e de vida, sempre à procura do que está a faltar. Permanece uma sensação de vazio cheio (do que descreveste, creio).

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  66. Gracias Maguiga, tenho horas em que se me baixa qualquer coisa. Um pai de santo ou assim, juro caté vejo luzinhas e nem sequer me drogo, hã?

    Anónimo, pois fica e é uma porra. Todos os ais são nossos e aquela certeza absoluta que nunca mais encontramos nada assim.
    Pessoalmente nem procuro. Não há.
    Já encontrei a minha, num tá comigo, mas já encontrei.

    Maneiras qué assim a vida duma pessoa.

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  67. Nope. Eu, ganhei.
    A metade da sinfonia que me faltava. Já a ouvi todinha, sentia-a e sei que existe, é aquela e mai nenhuma.

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  68. Então porque é que não está contigo?

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  69. Eu sei porquê, a outra alma também, e somos tantos quantos os que precisam saber.

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  70. Eu não quero saber.

    Isaltina, minha cara, só não digo que te excedeste, porque tu és inexcedivel, mas que grande contributo pá, vou-me ver fodido para ganhar o concurso, talvez tenha até que ser tendencioso, fazer batota por assim dizer.

    Mas voltando ali à questão com a Maggie, quando te perguntei se ter bués de Je ne sais quoi, termo por ti sugerido, não poderia ser uma maldição, e tu achaste que não, que era maravilhoso, então se assim é, exemplifiquemos:

    -Imagina tu, por obra sei lá de que caralho, de repente, ficavas coberta de je ne sais quoi.
    Assim à primeira vista deve parecer optimo, mas agora imagina que o senhor do café onde costumas ir começa a receber-te com uma flor diária, e confunde o sorriso que lhe dirigias com uma declaração de amor. Imagina que o colega de trabalho se apaixona profundamente por ti, o porteiro lá do trabalho, o senhor da mercearia, o do talho, e para tudo isso nada mais tinhas feito que ser tu mesma.
    Acabaria por ser assustador não? Até porque os senhores mais tarde ou mais cedo iam descobrir que o amor não era assim tão correspondido como parecia, e nem toda a gente aceita essas coisas assim pacificamente, alguns até podem ficar marcados para a vida.

    Olha que era uma maldição assim ao velho estilo do rei Midas.

    Era disto que falava, e não do bué de fixe que é amar e sentir-se amado.

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  71. Tens a certeza que ela sabe?

    Acredito que se criem situações muito divertidas, mas pode também tornar-se um pesadelo.
    Agora triste é quando finalmente há um correspondido que não é reconhecido, embora entenda o caos emocional e as dúvidas que surgem.

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  72. A razão leva-nos no sentido contrário e contrariada, decido fazer o que está certo. Um tormento, acreditem. Se depois de tanto tempo parece que nada desapareceu, mesmo com a distância, apenas resta admitir o óbvio.

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  73. Um correspondido, é sempre reconhecido.

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  74. Se isso acontecesse, eu aperceber-me-ia do que se estava a passar e ,logo de início, clarificaria as coisas com a pessoa em causa.

    Desta forma, penso que minimizaria os danos.

    Poderia ser assustador e deixar marcas, para usar as tuas expressões, se eu, armada em sedutora, por irresponsabilidade, crueldade até, alimentasse a esperança e depois, com o indivíduo já afectivamente bastante envolvido, o confrontasse com a realidade e lhe tirasse, por assim dizer, o tapete debaixo dos pés.

    Mereceria, no mínimo, que o porteiro me desse com a porta na cara, o homem do café me deitasse sal na bica e o do talho me atirasse com fígado de porco pra cima!

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  75. É evidente que o último parágrafo é uma brincadeira apenas.
    Isto é um assunto sério e se eu fizesse isso a alguém, não passava de uma sacana só digna de desprezo.

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  76. Sim Margarida, não passarias de uma sacana só digna de desprezo.

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  77. Anónimo, elucida-me, por favor. Como devo interpretar a repetição dessa minha frase?

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  78. Mas se há reconhecimento deveria existir confiança, aproximação, vontade de confortar a alma.

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  79. Quem tem esse tipo de atitudes é um(a) sacana digna de desprezo. Apenas isso. Espero não ter nunca que me confrontar de perto com ninguém assim.

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  80. Às vezes tenho receio de acreditar demasiado nas pessoas e não reconhecer as que são assim.

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  81. Quem é vítima, e utilizo a palavra "vítima" com perfeita consciência do peso que ela tem, de uma situação destas, deve ver-se enredada numa tal teia de sedução que dificilmente consegue discernir entre a realidade e a mistificação.

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  82. É verdade.
    Porque é que alguém seduz por seduzir? Para alimentar o ego? Para provar alguma coisa a alguém? Porque não tem mais nada que fazer?

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  83. E voltamos ao princípio: porque pode. Não será de certeza uma pessoa feliz com a sua existência, daí essa vontade deliberada de martirizar outras existências. Faz mal, sabe que faz e mesmo assim, faz. Porque pode. Porque precisa. Porque é a única forma que encontra de se validar. Porque se calhar já lhe fizeram o mesmo. Porque é doente.


    Se há reconhecimento, deveria supostamente haver tudo que disseste, Anónimo, e tinhamos um mundo perfeito, mas:
    a razão leva-nos no sentido contrário e contrariada, decido fazer o que está certo.

    O que está "certo".

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  84. Concordando completamente com rodas as razões, seja patológico ou traço de carácter, o que me parece é que são pessoas que não possuem a capacidade de amar, o que em si próprio já é um drama, fingem amar os outros, seduzem, para receber amor de volta.
    Sabemos que o melhor do amor é dar e também já sabemos todos que para se manter, tem de haver reciprocidade. Verdadeira, real, sentida.

    Oxalá nunca nos saia na rifa um gajo desses!
    Atira com a auto-estima de qualquer mulher para o sub-solo.

    Caso desponte um mostrengo desses nas nossas vidas,aqui fica, urbi et orbi, o protocolo a seguir:
    dar um valente pontapé nos tintins do sujeito( nesse dia não convém calçar uggs ou sabrinas)+ três ou quatro cuspidelas na cara, por esta ordem e virar-lhe as costas;
    se se der o caso da personagem ter a escova de dentes ao lado da nossa, não se deve por as malas à porta (este item pertence ao protocolo do encornanço)mas sim atirar todos os pertences pela janela fora, de modo a que se estatelem na calçada, e de preferência em dia de chuva.
    Se houver discos de vinil, ou alguma peça muito xpto, trazida daquela viagem inesquecível, tanto
    melhor, o impacto será maior e a sensação deve ser verdadeiramente esfuziante.

    Acima de tudo devemos pensar que homens ou mulheres assim, são a minoria.

    Para animar, deixo-vos aqui esta beleza do grande Leonard. Este gajo é uma constante inspiração.
    Desculpem a dobragem em língua de trapos. Foi só o que encontrei.


    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=X4jEI-Wk-n0#!

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  85. Disse mal, não é dobragem mas tradução simultânea, o que neste caso chateia pa caralho!

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  86. Acho que não me consegui fazer entender como gostaria, e por isso aqui vai lançamento, pode ser que me consiga explicar melhor, e retire o completamente desmerecido catalogar de sacana desprezivel à tal pessoa que até pode nem sequer existir.

    Era então assim, não tenho qualquer noção da posição social dessa pessoa, mas ela terá nascido no interior, e por isso gosto de pensar nela como a condessa do monte, ou como a duquesa do vale, que em criança num dos seus passeios solitários acompanhada dos seus cães de companhia, terá sido interpelada por duas sombras que puseram os cães em fuga, mas que a ela não atemorizaram, e à pergunta sobre o que eram, obteve a resposta de que uma era a fada madrinha e outra a foda madrasta.

    A fada madrinha começou por dizer que a menina era alguém muito especial, e por isso lhe ia conceder um dom, o dom de que fácilmente todos os homens se apaixonariam por ela, crescesse ela bela ou nem por isso.

    Já a foda madrasta, completou o encanto como lhe competia, acrescentando, "sim, assim será, só que em vez de isso ser uma benção, será uma maldição".

    E a cena passou-se, bem como os anos, sem que o encanto desse sinal de si, a nossa heroina cresceu sem ser feia, no entanto também não se poderia dizer que se tratava de uma bela mulher, e por isso mesmo ela própria acabou por esquecer o encanto que lhe tinham lançado, até que as coisas começaram a acontecer, o gajo do talho, o da mercearia, o primo, o colega da escola, despertava o melhor em cada um, e era dificil não retribuir com simpatia, mas se o fazia despertava também paixões imensuráveis.

    Se fosse uma sacana desprezivel ter-se-ia aproveitado para atingir objectivos, mas não, prefere esconder-se do mundo e evitar contactos.

    É uma pena.

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  87. ó pá, Junkie, este lançamento, como lhe chamas, é já diferente do 2º.

    Se desperta paixões dessa maneira e não se apaixona ela por ninguém, o melhor é ser clara e franca para com todos esses apaixonados. Se eles não a conseguem aceitar apenas com a simpatia natural que dela emana, o melhor é afastar-se mesmo deles,ou de outros, para evitar o sofrimento de todos, incluindo o dela.

    O melhor de tudo será ela encontrar alguém por quem se apaixone, ou então vai continuar a ter uma vida muito complicada e triste, sobretudo triste.

    Que história complicada, hã, menino Junkie!

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  88. Acho uma delícia como este gajo protege a protagonista desta bela historinha de desencantar. Vou-te dizer Jones, tivesse eu a sorte de ser assim poupada a todos os meus actos, deliberados ou não, e seria certamente uma gaja feliz.

    Ou não.


    Percebe uma coisa, meu lindo, por favor tu percebe uma coisa: estás aqui a falar com pelo menos 2 mulheres ( que ainda não percebi qual o género do Anónimo), duas. Ambas relativamente experientes, pelo menos no que ao nosso sexo diz respeito, ambas sabemos que de facto, existem mulheres assim, espectaculares. É verdade, existem. Mas as que o são com essa carga "madrasta", sabem-no, e não procuram a quem destroçar.As que procuram, fazem-no intencionalmente, e por muita volta que se dê ao assunto, vamos sempre dar ao que disse não sei quem: a pior covardia de alguém, é despertar o amor em quem não tem a intenção de amar.
    (mais ou menos isto).

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  89. Ele só se protege a ele próprio.

    Mas que belas descrições de sacanas desprezíveis! Até parece que já viram um por dentro e o analisaram em detalhe.

    Toma:
    http://www.youtube.com/watch?v=VIR5ps8usuo&feature=related
    Bonitas palavras, numa voz de encantar. O problema é que muitas vezes as palavras não passam disso, palavras.

    Essa tua historinha não faz sentido, primeiro porque não existem fadas, feitiços ou maldições, segundo porque se "cresceu sem ser feia, no entanto também não se poderia dizer que se tratava de uma bela mulher" nunca despertaria olhares melosos ou gulosos e sorrisinhos patetas ainda antes de abrir a boca ou de ser simpática.

    Uma pessoa apaixonada não se preocupa com o poder fazer figuras ridículas e vira o mundo do avesso, se for preciso. Já vi e senti. E isso é completamente diferente de gajos que gostam de pôr à prova o seu poder de sedução e de se sentirem todo poderosos só porque recebem uns sorrisinhos especiais (cf cof) de volta.

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  90. "Ele só se protege a ele próprio"

    Porra. Touché, até a mim, que não faço parte do conto.

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  91. Anónimo, dá cá. Obrigada. Assim é muito melhor.
    Eu gosto muito do Leonard Cohen e deste discurso.

    O tipo diz que aprendeu com o poeta, Lorca, que ao falarmos da nossa dor, perda, o devemos fazer com dignidade e beleza. Isto é lindo! E eu concordo completamente, aliás faz-me lembrar alguém ligado à minha infância, que fisicamente já cá não está, e que eu adoro.

    Junkie, desembrulha a história porque está a ficar muito estranha.

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  92. Também não consigo entender como consegues conciliar o conceito de Soul Predator com o dizeres que não se aproveitou "para atingir objectivos".

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  93. Não estou a perceber um cuzito desta história e peço desculpa por ter utilizado a expressão "sacana só digna de desprezo".

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  94. Será este ultimo anonimo o mesmo que tem comentado?

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  95. Seja ou não, tem sido uma interessante troca de comentários, pelo menos para mim, e posto isto acho que está na altura de perguntar se alguém tem mais algum comentário candidato ao concurso, a acrescentar?

    Espero que sim, talvez o anónimo queira concorrer.

    Mas se não houverem mais candidatos, estou numa alhada, porque não sei quem há-de ganhar.

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  96. Neste cãocurso também vão estar presentes representantes do governo civil?
    É verdade, já foram extintos os governos civis?

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  97. Porque haveria de ser outro anonimo? Tens razao, foi uma troca de comentarios bastante esclarecedora e conclusiva. houver

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  98. Não, não foi uma troca de comentários esclarecedora e conclusiva, foi só interessante.

    Eu preferia que os anónimos arranjassem um nick, já o disse inumeras vezes, e mantenho o pedido, e claro que se mantenho a possibilidade de os anónimos comentarem, é porque não o quero proibir, mas deixo novamente o pedido, anónimos, arranjem um nick.

    Quanto à correcção ortográfica, dispensava, até porque com o acordo ortográfico o risco de errar aumentou exponencialmente.

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  99. Nao ha anonimoS a escrever! Ja quem mais passa por aqui so tu saberas. E acabou-se o anonimo, agora so ha pessoas com nome, aquele que aparece no cc.

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  100. Anónimo, sim eu sei que poderia instalar uns programazecos que me permitiriam ver quem cá vem, mas estou a cagar-me para isso, gostaria que quem cá vem comentar arranjasse uma identificação, mas recuso-me a instalar essas coisas, quem quiser continuar anónimo e confundir-se com comentários de outros anónimos, que o faça.

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  101. Isa, sentis-te o toque, tu que nem fazes parte do conto?

    Eu senti um toque, mas só no sentido de que me agradam os sorrisos de retribuição, não porque me façam sentir todo poderoso, mas menos merdoso, e não, não me estou aqui a defender de nada nem de ninguém, pelo contrário, ainda não vi ninguém por esta blogosfera fora que se colocasse tão a jeito de ser "agredido".

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  102. Acho que devia ser "sentiste".
    Eu e os hifens sempre nos desencontramos, e desde que a minha mestre me mandou foder, que tenho vindo a perder qualidade.

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  103. Meu bem, estares-te a "proteger", não significa, necessariamente, que te estejas a "defender".

    Vai por mim (só nesta) que disto, eu sei montes.

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  104. Minha bem, não percebi nada do que possas ter querido dizer. Comigo tem que ser tudo explicadinhozinho.

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  105. Bem. e no que à porcaria do concurso diz respeito, sinto-me incompetente para arranjar vencedor, não me parece que nenhum dos meus comentários seja merecedor de figurar como vencedor.

    Se alguém tiver alguma opinião em contrário, ou até que ache que um seu comentário, ou de outro, possa ser o vencedor, que o diga, ou então cale-se para sempre, e fique então este concurso para aqui abandonado.

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  106. O texto da Isa, de 29 de Out.
    Mas há alguma dúvida?
    É o único que aborda o tema de forma mais completa e sensível.

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  107. Obrigada Margarida, mas sou obrigada a discordar, desprovida de qualquer falsa modéstia. A verdade é que somos todos ganhadores, eu não disse nada que já não se soubesse, e se formos a ver a coisa pelo prisma da sensibilidade, quem professa o Cohen, não se pode dizer que seja falha no assunto.
    Quanto a mim sai um exequo, pela partipação, devaneios e, claro está, por termos todos falado com a alma. Ou por ela.

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  108. Explicadinhozando: Junkie meu docinho, dá-me a mão, a ver se te levo até lá e então é assim: proteger, é cuidar de algo. Nós podemos proteger-nos de nós próprios. No caso, estarias a proteger o bem que te trouxe determinado assunto, do mal que te faria se o visses com outros olhos. Não significa que não tenhas essa noção. Tens e optaste, aquilo é-te muito especial e entre pores a cruzada na prateleirinha dos assuntos dói-dói, escolheste pô-lo no altar das experiências supremas.
    Defendes-te, se alguém te ataca. Tu não te atacas, logo, tu, proteges-te de ti próprio, ou daquela parte de ti que diz "ai ...", valorizando o que de bom isso te trouxe.

    (agora segue em frente, viras à esquerda, encontras uma rotunda, sais na 2ª saída, e páras quando encontrares o "Aaaah!!")

    Cá jocas.

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  109. Aaaaaah!!

    Bom, tenho que admitir que foi um tiro no próprio pé puxar o assunto das almas e do amor para conversa com as minhas amigas, a bem dizer tenho andado aqui assim a modos que sem perceber bem a conversa.

    Para a próxima faço um post sobre futebol.

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