terça-feira, 29 de novembro de 2011

um pouco do meu umbigo

Qual será o futuro da nossa espécie, voltaremos a regredir, vamos extinguir-nos nas próximas décadas, ou evoluiremos ainda durante centenas ou até milhares de anos?
Esta é a principal questão que me faço, muito mais do que questões sobre o meu futuro que há muito deixou de me interessar. De facto, e por estranho que pareça, se eu fizer um exercicio mental honesto de compilação das coisas em que projecto expectativas no futuro, não me descortino por lá, vejo familiares próximos e amigos, mas eu não consto da lista. Eu não fui sempre assim, já tive sonhos e projectos para mim próprio, mas confesso que não os vejo em lado nenhum. Não me estou a queixar, e até é um alivio esta constatação, é sinal que não ando a sentir falta deles, e certamente não precisamos daquilo de que não sentimos falta.

5 comentários:

  1. Curiosamente há uns tempos dei por mim com reflexões semelhantes. O ambiente geral não é favorável a planos de futuro e pessoalmente nada me motiva a fazê-los. Prefiro concentrar os meus interesses e energias no desenvolvimento do presente.
    O hoje, o agora, é o único futuro que existe e por isso me pertence.
    É mesmo um alívio!

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  2. É mesmo verdade isso, é como quando morre alguém próximo e nos apercebemos do quão efémera é a vida.

    Viver a preciosidade de cada momento, e há momentos tão especiais que fazem outros parecer menos preciosos, mas não, cada momento é precioso, amanhã não existe, existirá eventualmente um agora.

    Com quem joga o benfica este fim de semana?

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  3. Bem, nem todos os momentos são preciosos, alguns são mesmo uma boa merda.

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  4. Mas depois há outros que nem sei o que são.
    Hoje fui ao cabeleireiro e encontrei lá uma Maguiga de 7 anos, fofinha,doce,linda mas completamente azarada com a família que lhe calhou em sorte.
    O mundo está todo, todo trocado!


    Costumo chegar aqui através do blog da Isa, mas lá na barra ainda só está o teu post anterior!

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  5. Pois, não há justiça na sorte, isso é incontornável.

    Pois não sei da Isa, mas quero crer que está bem, e que a sorte lhe faça justiça.

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