sexta-feira, 8 de junho de 2012

As perdas de tempo

E quando eu voltar ao meu planeta de origem, e tiver que apresentar relatório sobre a investigação que andei por cá a fazer?
Como é que vou explicar que só consigo focar a atenção em futilidades?

13 comentários:

  1. Ah! Pra isso eu já tenho uma boa razão: É porque tudo o resto não merece a pena.


    A ver se me safo ..

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  2. No meu relatório vou ter de admitir que, algumas vezes, a coisa correu mal mas eles ou ele, umas vezes fazem troika com o espírito santo, outras vezes é só ele, nunca percebi bem aquela associação, também fizeram merda, logo estamos quites.
    E não me venham cá com os pares de sapatos, as dúzias de vernizes e a roupa de saldo que parecia tão gira e que em chegando a casa não passa de uma caca, não me digam que fui fútil que eu respondo logo com os sapatos Prada, modelo paneleirote, do Papa.
    Por isso, quando eu chegar a esse planeta, é melhor que nem me puxem pela língua...

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  3. Confesso que a minha maior dificuldade em orientar a minha concentração para algo de útil tem muito a ver com a fraca aceitação que tenho por parte do sexo feminino, que está muito aquém do merecido e justo.

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  4. No fundo és uma vítima e nunca fizeste mal a ninguém, o sexo feminino é que é mau, muito mau.
    Justiça fosse feita e tu não merecias nada, porque para receber é preciso dar, de preferência muito e desinteressadamente. Sê humilde e não te queixes. E ser humilde é diferente de ser coitadinho.

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  5. Aposto que foste mimado e elogiado até à exaustão até à vida adulta e que nunca tiveste de lutar demasiado por nada.

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  6. Mas vais sempre a tempo, e digo isto de forma dessinteressada. :)

    Uma espécie de "jogging" diário até ao fim dos teus dias para aumentares a tua capacidade de concentração e outras coisas boas que vêm por acréscimo.

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  7. Eu daria uma óptima mãe, não daria?

    (mas nunca de homens feitos!)

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  8. Esse jogging não exerce demasiada pressão sobre as articulações nem faz "descair" os tecidos. Só coisas boas. :)

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  9. "...fraca aceitação que tenho por parte do sexo feminino...", ai que choradinho! Essa abordagem cala sempre fundo nos corações femininos.És pouco esperto, és, és.
    Sabes a canção do bandido toda de cor.

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  10. "Love and politics are the two great figures of social engagement. Politics is enthusiasm with a collective; with love, two people. So love is the minimal form of communism."

    isto é de um filósofo francês, comunista, existencialista, o Alain Badiou.

    Os gajos têm uma visão muito "politizada" dos relacionamentos, têm uma tendência para o colectivo... daí, talvez, a razão de alguma insatisfação/inquietação.

    O resto está aqui, caso interesse:

    http://www.guardian.co.uk/culture/2012/may/18/alain-badiou-life-in-writing

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  11. Olha lá ó anónimo, por acaso não queres escrever a minha biografia? Pareces saber tanto sobre mim, até mais do que eu próprio.

    Quem diria que um dia ia ter alguém que não me conhecendo de lado nenhum, dedica o seu tempo a especular sobre mim, a desenvolver teorias sobre a minha personalidade. Que bem.

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  12. Pois Maggie, eu acho que o amor e a política são como o amor e a agricultura, ambos existem, e quando calha encontrarem-se, encontram-se.

    E confesso que nem fui ler o artigo.

    De resto, reafirmo, a haver justiça, seriam aos milhares a pretendentes a usufruir da minha presença, o poder politico ia exigir que fossem criadas comissões de avaliação para determinar com que mulher me deitaria cada dia, tudo por inveja, mas eu jamais me vergaria perante tal intrusão no meu foro intimo, e seguiria a torto e direito, fodendo.

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  13. Se for com este governo levas com uma comissão criada pelo Relvas, p´raí com umas onze pessoas. Mas não te preocupes que no fim não dá nada e poderás continuar na tua actividade fodenga, a bom ritmo. Convém não gastares muito dinheiro, senão cai-te o tribunal de contas em cima, aguentas as rabecadas do Medina Carreira na TVI, mais os tipos da troika.

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