domingo, 8 de julho de 2012

Os benefícios da troca de parceiro sexual

Num manuscrito encontrado recentemente, e cuja autoria foi atribuída a Darwin, não que estivesse assinado, ou sequer tenha sido encontrado num baú esquecido de um caganeto do distinto, mas porque segundo a mais recente técnica de identificação, foi possível encontrar uma correspondência positiva entre uma amostra retirada dos restos mortais do dito, e uma mancha provocada por um liquido que terá caído em cima da escrita, e que poeticamente alguém sugeriu ter sido uma lagrima do próprio que redigia. Afirmava ele ter, através da experimentação, provado o que ali o título afirma. Que tinha a mesma parceira sexual há imensos anos, e que por obra do acaso mudou de parceira sexual. Relatava ele que durante muitos anos o acto sexual se tinha tornado em algo quase automático, onde rapidamente se despachavam os entretantos até que o desenlace chegava sem nenhum sentimento de vitoria. Com a mudança de parceira o próprio acto também passou a ser algo diferente, novas nuances, a descoberta, o desenlace acontecia mais tarde, e chegava como mais uma vitoria que exponenciava a sensação de prazer. Acrescentava ainda no seu relato que em termos de equilíbrio físico também sentia mudanças para melhor. O seu braço esquerdo mais fino e fraco que o direito ganhava agora um novo vigor, e começava a parecer-se mais com o braço direito, tanto na forma como na força.

16 comentários:

  1. "por obra do acaso"? ahahah, isso é uma desculpa "à Darwin", não é para qualquer um... Não precisamos de Darwin (se de facto for ele o autor) para chegarmos a essa conclusão. A novidade seja ela qual for tem sempre benefícios, resta saber se estes compensam os malefícios da troca de parceiro sexual numa relação estável, por exemplo. Eu diria que não, mas nunca passei pela experiência (nem tenciono, mesmo quando consentido acho um desrespeito e um perigo, mesmo que tentador).

    Que queres tu descobrir com este post puramente descritivo, hum?

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  2. As pessoas precisam de confiança, saber que podem confiar acima de tudo, e isto é válido em tudo na vida. Estou um bocadinho atordoada porque acabei de me cruzar com uma vizinha que acabou de me contar a vida toda dela em 5 min, quando apesar de simpática é sempre contida e reservada. Apesar de normalmente inspirar confiança às pessoas (claro que há excepções que confirmam a regra, não é?) há coisas que não se contam à vizinha de cima! ainda para mais a mim que tenho por péssimo hábito carregar a ansiedade dos males dos outros.

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  3. A confiança tem a ver com o tema da conversa que não é para aqui chamada.

    E com isto tudo fui eu quem ficou a precisar de desbobinar. Este país deixa-me ansiosa.

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  4. Ok Junkie, pois... e bolo de chocolate, gostas? Eu gosto muito.

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  5. Mas afinal o que é que há para descobrir no sexo? Está tudo descoberto: não sei quantas posições, maior o menor desembaraço, conforme o gosto ou aptidão, na cama, no chão, junto à lareira, na mesa da cozinha, no elevador e renhónhónhó por aí fora.

    A questão é a rotina, que vai "matando" lentamente as relações.

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  6. O Darwin ainda hoje nos surpreende, surpreendente!

    Seja como for, vou passar a esfolar a jibóia também com o braço esquerdo em nome do equilíbrio.

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  7. Tens um negócio de peles de cobra?

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  8. Este comentário foi removido pelo autor.

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  9. Ia referir exactamente a mesma situação que acabou por referenciar o janado, dono desta bodega: porque caralho os homens usam sempre a mesma mão??
    (Não, sério. Isto faz-me uma confusão do caraças, hã?)

    Quanto à questão propriamente dita tenho só a acrescentar que nestas circunstâncias a mudança de parceiro aconselha-se, incentiva-se e se eu mandasse alguma coisa nesta merda toda, até era de lei. Ok que como disse o Woody Allen, estais a ter sexo com a pessoa que mais amais, mas pá, uma mão, por muito hábil que seja, não substitui de todo um(a) parceiro(a).

    A menos, claro está, que não se saiba mais, que fazer o que se faz com a dita.

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    1. Por acaso quando deixei de fumar uma das coisas mais estranhas era não saber o que fazer com as mãos. A sério, mesmo!

      Essa paixão tão auto-suficiente de que fala o Woody Allen é sempre uma boa alternativa mas não dá muito jeito em locais públicos.

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  10. Olha elas a comentarem sobre um gajo que não é o johnny depp.

    Devem estar intimidadas pelo tema.

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  11. É um tema que toca a todos, incluindo o Depp, que também tem mãos.

    Lembraste do Eduardo Mãos de Tesoura?

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  12. Agora que falas nisso, coitado do gajo pá, a não ser que ele seja na intimidade o Eduardo Pénis D'aço.

    Vá, refreia lá essa imaginação, não pegues agora na minha ideia, para acrescentares mais Um ao altar do teu sagrado masturbatório.

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