sábado, 8 de setembro de 2012

Felizes são os loucos, alguns pelo menos.

E se não houvesse magia, tínhamos que a fantasiar, não era?


Há situações na vida, a minha por exemplo, que levam a fantasiar para além do nu e cru, fantasias que deixam pouco mais que um registo na memória, mas elevam acima de uma realidade que não satisfaz.
Aproveito para agradecer a este mecanismo que permite acreditar em algo impalpável que conspira para o bem. Agradeço apesar de me sentir ludibriado.

E passo a exemplificar com o meu próprio testemunho:

 - Em tempos estive mesmo a quinar, e nunca acreditei tanto em deus como nessas horas, mas como se explica então que vá agora a taxa  da segurança social passar para 18%, onde anda deus agora?

 - Em tempos conheci uma mulher, e todas as evidências apontavam para que tivéssemos, eu e ela, sido colocados no caminho um do outro pela mesma força cósmica que tinha desenhado o destino do universo, mas como se explica então que uma força cósmica não tenha convencido uma fulana, de carne, osso e olheiras?


Será que os outros também são assim?



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